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Keblinger

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A Catequese

| 19 agosto 2012
A catequese é o sucesso de Jesus, o bem supremo da Igreja, a humanização e evangelização das pessoas, a real colaboração na renovação da sociedade. A catequese é o princípio da mãe Igreja, onde o Espírito Santo gera novos cristãos, como gerou Jesus no seio de Maria. 
Sendo a igreja Corpo de Cristo, a catequese é o seu sangue e vitalidade. Sem o ensino da fé, a igreja enfraquece. “A catequese é a alma da Igreja”.


A missão do catequista é transmitir a experiência de fé para que os catequizandos experimentem o fascínio do evangelho, descubram a beleza da comunidade e se dediquem na transformação da sociedade. 
É claro que os pais são os primeiros catequistas e a comunidade com sua vitalidade litúrgica, pastoral, profética, missionária é uma especial catequizadora, como também os grupos de reflexão. 
O catequista, é um eleito de Deus, que fala em nome da Igreja e ensina a boa doutrina. Tarefa nobre, com árduo trabalho, reconhecido aos olhos de Deus por todo o bem que realiza. São parte do coração da Igreja, porque veio do coração de Deus, para chegar ao coração do mundo. O catequista é aquele que anuncia, é apóstolo que ensina, é mártir que dá o testemunho. O catequista é como um artista que vai esculpindo Jesus Cristo nas pessoas, nas comunidades e na sociedade. 
Imagino o quanto alguns dos catequistas necessitam de apoio dos seus coordenadores, dos padres, dos pais, etc. 
O catequista constrói a sociedade que chamamos de comunhão e participação. Contigo, catequista, as nossas crianças antes da primeira comunhão, aprendem a comunhão com a família, a comunhão com a natureza, com as outras crianças, com os pobres e a comunhão consigo mesmas. Tu, catequista, revelas aos jovens o fascínio do evangelho, a pessoa de Jesus, a estrada do céu. Eles deixam a fascinação do pecado pelo encantamento do tesouro escondido que é o reino de Deus. É uma vocação ser educador da fé e ajudar as mulheres e homens a serem amigos de si mesmos, irmãos dos outros, filhos de Deus e construtores do reino de Deus. 
Pela sua importância, a catequese é um verdadeiro ministério. Somos todos convidados a olhar para o “catequista Jesus de Nazaré” e com Ele aprender a ser discípulos da Palavra de Deus. O Catequista, seguidor de Jesus, terá todos os dias a Bíblia na mão para fazer a leitura orante. Precisamos catequizar os nossos próprios corações, ou seja, primeiro falar “com Deus”, para depois falar “de Deus”. 
Este ano catequético, em que o programa pastoral da Arquidiocese de Braga foi subordinado ao tema “A Igreja alimenta-se da Palavra: um povo que produza os seus frutos”, foi para a nossa comunidade um ano muito especial, um ano em que demos continuidade à mudança, um ano de crescimento, um ano de inovação.

Chegamos ao final do ano catequético e podemos dizer que “a semente deu muito fruto”. O trabalho tem vindo a ser desenvolvido nesse sentido, são provas dessa mudança, as actividades que foram desenvolvidas por todos os grupos, quer em conjunto, quer individualmente, o empenho e a alegria visível no rosto das crianças, o entusiasmo com que vinham à catequese e acima de tudo a sua assiduidade à formação catequética. Saliento também o empenho mostrado pelos pais e encarregados de educação que responderam ao nosso apelo e estiveram presentes sempre, ou quase sempre. Não devemos esquecer que a catequese tem inicio no seio da família. O catequista é um complemento a esse trabalho iniciado! 
Assim é com muito agrado e apreço que agradeço ao nosso pároco Salvador Mota, aos restantes elementos da Equipa Coordenadora Paroquial, aos Catequistas e todos aqueles que nos ajudaram e ajudam na nossa missão, empenhado nesta mudança, para que esta seja possível e cada vez mais possamos ter uma catequese de e com qualidade. 

José Lemos, catequista


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