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Keblinger

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Começar com o pé direito

| 27 setembro 2011

No passado dia 24 de Setembro, a Catequese de Rendufinho iniciou, oficialmente, mais um ano catequético. 
A tarde foi toda ela dedicada à reabertura de mais uma etapa cheia de desafios, de novos conhecimentos, de novas amizades e de novas experiências que a própria catequese envolve. (cf. Plano de 2011/2012)
Começamos esta aventura com um Peddy Paper, um percurso onde puderam relembrar aquilo que foram aprendendo ao longo dos anos, um percurso cheio de actividades diferentes permitindo um convívio e partilha entre todos.
Quatro grupos - Isaías, Daniel, Ezequiel e Jeremias (nomes de profetas) - seguiram o trajecto indicado pelos catequistas.


O trajecto era composto por dez postos espalhados pelos caminhos da aldeia. Em cada posto os grupos eram chamados a realizarem tarefas e com elas conquistarem pontos. A avaliação consistia nos conhecimentos adquiridos, no espírito de equipa e na criatividade como grupo. 
A tarde terminou com a Eucaristia onde celebramos a festa do compromisso e envio dos catequistas.
Perante toda a comunidade paroquial, cada catequista assumiu, por mais um ano, a responsabilidade em cooperar, com os pais dos catequizandos, na educação cristã de cada um. (cf. Tabela)
No final da celebração foram entregues os diplomas desta actividade realizada mais o prémio para o grupo vencedor, o grupo Ezequiel.

Guião da Celebração


Natália Matos, catequista



Transmissores da palavra em formação

| 14 setembro 2011
No passado dia 10 de Setembro, realizou-se no Santuário de N.ª Sr.ª do Sameiro em Braga, o Dia Arquidiocesano do Catequista. Tal como nos anos anteriores, Rendufinho fez-se representar por alguns dos catequistas da sua paróquia. 
Apesar das mudanças de planos na agenda do dia, começou bem, com a oração da manhã a ser presidida por D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga, uma situação que não estava prevista. Seguidamente participamos na conferência com o tema "origem, lugar e meta da catequese", apresentada pelo P. Manuel Queirós. A partir das 12:00horas e até às 13:00 tiveram lugar vários ateliês onde cada um escolhia o tema que mais lhe agradava para participar.

Na Cripta do Santuário estavam cerca de três mil catequistas, da Arquidiocese de Braga, em formação, convívio e oração. 
Todos rumaram ao Sameiro com o mesmo intuito, o de adquirir mais conhecimentos, para melhor evangelizar 
A chuva que começou a cair durante a manhã, obrigou a alterar os locais previstos para os Ateliês, fazendo com que os mesmo se realizassem junto à entrada da cripta.
A dificuldade em ouvir o que se passava em cada atelier era alguma, já que se misturavam os assuntos, mas apesar disso, foi gratificante estar presente. Trazemos sempre mais do que aquilo que levamos e isso é o quanto basta para dizer que valeu a pena!!!
Tive pena de não poder ter ficado para a parte da tarde, mas tinha outros compromissos assumidos aos quais não poderia faltar, no entanto o resto do grupo participou até ao final onde assistiram a um Concerto Oração que leve lugar por volta das 14:30, assistindo seguidamente à celebração da palavra presidida pelo Sr.   Bispo Auxiliar D. Manuel Linda.
O caminho faz-se caminhando e todos juntos acreditamos que é possível. 
Um bem haja a todos e felicidades na vossa caminhada.

Pelo grupo da Catequese de Rendufinho, José Lemos


Catequese, responsabilidade da comunicação cristã

| 13 setembro 2011
Reflexão de D. Jorge Ortiga no Dia Arquidiocesano do Catequista


O Dia Arquiodicesano é momento duma maior consciencialização da verdadeira identidade da catequese, naquilo que ela é e no que supõe como condicionante dos resultados. E o catequista é o intérprete duma reinterpretação desta vocação eclesial.
Este ano é proposta uma afirmação inequívoca que nunca pode ser esquecida: a catequese é responsabilidade da comunidade cristã.
Se é fácil sublinhar estes aspectos, há um pressuposto fundamental. Não havendo comunidades autênticas, é possível desenvolver uma catequese adequada? Pessoalmente, reconheço que sem comunidade nunca pode haver catequese.
O Santo Padre na Verbum Domini, que nos acompanhará este ano, afirma: “O encontro dos discípulos de Emaús com Jesus… representa, em certo sentido, o modelo de uma catequese em cujo centro está a “explicação das Escrituras”, que somente Cristo é capaz de dar (cf. Lc 24, 27.L8), mostrando o seu cumprimento na sua pessoa”.
Como é que Cristo é capaz de dar a verdadeira “explicação das Escrituras”? O Santo Padre responde: “A actividade catequética implica sempre abeirar-se das Escrituras, na fé e na Tradição da Igreja, de modo que aquelas palavras sejam sentidas vivas, como Cristo está vivo, hoje, onde duas ou três pessoas se reúnem em seu nome (cf. Mt 18, 20) (Conf. V.D. n. 74). Só Cristo “ explica” Cristo, e a Igreja tem o dever de mostrar que Ele continua, nas comunidades, a estar vivo.
Será que isto acontece? Ousemos ser realistas e interroguemo-nos: Qual a nossa primeira e indispensável preocupação? Fazer coisas para falar de Cristo ou apostar na Sua presença, para que a Sua voz se torne perceptível, sugestiva e motivadora de vida nova?
Há uma conclusão urgente a fazer. Não basta pressupor que a comunidade existe e que aí está presente Cristo. É preciso construir e edificar verdadeiras comunidades para, depois, partir para outras iniciativas. Tanto trabalho e canseiras inúteis por negligência e esquecimento do essencial.


 

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