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Keblinger

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Vigília Quaresmal 2013

| 18 março 2013
Juntos, seguimos o caminho da Fé…

Como sabemos a Quaresma é um tempo favorável, um tempo de graça, oração, penitência e jejum.
Como nos ensina o Catecismo da Igreja Católica, este tempo da Quaresma é um tempo "particularmente apropriado aos exercícios espirituais, às liturgias penitenciais, às peregrinações em sinal de penitência, às privações voluntárias como o jejum e à esmola, à partilha fraterna (obras de caridade e missionárias)". É um tempo de renascimento espiritual e de renovação na fé, no qual se pede a todos os fiéis um maior interesse pelas coisas divinas, uma frequência mais assídua à Eucaristia e a todas as actividades realizadas para ajudar nesse sentido. É um tempo de maior correcção nas próprias acções e um treinamento no controle de suas próprias paixões e sentimentos.
Não é um tempo assustador, mas sim um tempo de oportunidade de crescimento na fé.

No passado sábado, dia 9 de Março, a comunidade paroquial de Stª Maria de Rendufinho foi convidada a viver e comungar de um desses momentos de intensa oração e partilha.
A Catequese de Rendufinho organizou uma Vigília Quaresmal como forma de vivermos um 'Dia de Deserto', juntos, e também partilhando a forma como cada grupo de catequese está a viver a caminhada quaresmal sugerida.
Foi muito positivo poder ver como cada um trazia o seu 'tesouro' para partilhar com toda a comunidade...
É o tesouro da fé que cada um constrói semana a semana com a ajuda dos pais e catequistas. São as vantagens em vivermos esta experiência como e em comunidade. São as provas de que algum caminho está a ser feito...



Atei os meus braços com a tua Lei, Senhor
E nunca os meus braços chegaram tão alto!
Ceguei os meus olhos com a tua Luz, Senhor,
E nunca os meus olhos viram tão longe!
Só desde que Te dei a minha alma, Senhor.
Ela é verdadeiramente minha.

Por isso, hei-de subir até à Vida,
Despedaçando o corpo na subida.
Por isso, hei-de gritar, de porta em porta,
A mentira das noites sem estrelas;
Hei-de fazer florir açucenas nos meus lábios;
Hei-de apertar a mão que me castiga;
Hei-de beijar a cinza dos escombros;
Hei-de esmagar a dor
E hei-de trazer, aqui, sobre os meus ombros,
A tua cruz, Senhor!

(Hino da Liturgia das Horas)





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